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BLOG Amigos da horta

O consumo consciente e seus novos caminhos

Atualizado: 16 de ago. de 2018

Inspirados nos conceitos de Economia Solidária e Comércio Justo, buscamos criar uma comunidade cada vez mais consciente e participativa

O Comércio Justo é reconhecido como uma das iniciativas de Economia Solidária e pode ser visto com uma alternativa ao comércio tradicional, que visa à integração de produtores com consumidores dispostos a buscar uma alternativa para a desigualdade e injustiça, unindo objetivos sociais, preocupações ambientais e capacidade de melhorar as condições de vida dos países subdesenvolvidos


Pensando nisso, nos inspiramos em formar uma alternativa de consumo consciente. Essa forma carrega algumas características centrais que incluem: cooperação social e aproximação entre produtores e consumidores; reconexão entre produção e consumo dentro de padrões sustentáveis; dinamização de mercados locais com identidade territorial e valorização da circulação de produtos de qualidade diferenciada. Somos pautado em princípios de confiança, equidade e novas relações sociais entre produtores e consumidores que contribuem para a surgimento de uma democracia alimentar fundada sobre a racionalidade socioambiental.


Sítio Nova Vida
Sítio Nova Vida

A constituição de redes alternativas de consumo potencializa o surgimento de novas sociabilidades, resgate e reconstrução de valores e princípios centrados na confiança, reputação, ética e solidariedade.



As redes alimentares alternativas são muito diversas e privilegiam os circuitos curtos (CC) de comercialização (feiras do produtor, entrega de cestas, pequenas lojas de produtores, venda na propriedade ligada ao agroturismo, venda institucional para alimentação escolar, entre outras formas de venda direta). O mais importante para caracterizar um circuito curto ou cadeia curta é o fato de um produto chegar nas mãos do consumidor com informações que lhe permitam saber onde o produto foi produzido (lugar), por quem (produtor) e de que forma (sistema de produção) em detrimento à alimentação padronizada da agricultura industrial caracterizada como “impérios alimentares”.


Felizmente, há muitas alternativas para mudar este cenário. É possível criar estratégias para voltar a valorizar o consumo dos alimentos regionais e das preparações tradicionais, promover o aumento da disponibilidade de alimentos adequados e saudáveis à população, estimular e buscar formas de aumentar a produção e a oferta de alimentos orgânicos, agroecológicos, artesanais e locais.


É esse o desafio para a Rede Amigos da Horta! Vamos juntos?




 
 
 

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